sexta-feira, 30 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
A privada é privacidade
Na privada, Juaquim
pensa: “Como é bom estar sozinho”. Ele não aprecia o transporte
público: em direção à escola, quando pega o trem, diga-se de
passagem lotado, sente que sua privacidade é perdida. Por um
momento, sente saudades da privada, na qual pode exercer sua
privacidade sem receios. Certa vez, alguém venho lhe falar de um
assunto bem desconfortável, e Juaquim respondeu rapidamente: “Não
me fale de seus problemas sexuais, preserve sua privacidade porque da
minha não compartilharei”. Pensou consigo: “Que cara
inconveniente! Vem relatar assuntos indecentes, não estou apto a
ouvir esse tipo de gente!”. Alguns dizem que ele é só prevenido;
outros que é problemático – mas no fundo, Juaquim é um
solitário, que gosta de estar sozinho no sanitário. Na internet,
por exemplo, só compartilha fatos; celular, só usa pra contatos;
com a família, não tem muito relacionamento; com amigos, evita
falar de sentimentos. Juaquim privatiza seus pensamentos.
Douglas Oliveira de
Silva
Biblioteca Padre José
de Anchieta
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Dos 5 ao 70
5 Anos - O Coelhinho da Páscoa
Com 5 anos de idade, eu me recordo na
época da Páscoa, em uma aula na pré-escola, quando a professora
falava sobre o coelhinho da Páscoa, pois ela havia dito que ele
tinha aparecido mais cedo para trazer alguns chocolates para nós.
Naquele tempo eu realmente havia acreditado, pois era uma criança de
imaginação era fértil. Quando a professora distribuiu os
chocolates, eu pensava: “como queria conhecer o coelhinho da páscoa
pessoalmente...”.
15 anos – A lista de Alunos
Dos meus 15 anos me lembro de antes de
começar as aulas, quando era publicada a lista de turma de alunos.
Eu estava verificando em qual sala de aula eu havia sido colocado,
admito que ficava um pouco ansioso com algumas pitadas de alegria, o
motivo era bem claro. Eu não conhecia ninguém daquele turma, era um
novo começar, e um desafio saber que teremos que fazer novos amigos,
esses momentos antes das aulas começar sempre fazem meu coração
acelerar.
20 anos – Biblioteca Secreta
Lembro de quando era funcionário de
uma Editora de livros e revistas, era um prazer imenso trabalhar e
fazer parte desta empresa. O que mais me marcou na empresa foi uma
biblioteca que encontrei, em um lugar não muito conhecido e
acessível na empresa, nessa biblioteca eu pegava vários livros
emprestados, diga-se de passagem muito bons. Tenho certeza que muitos
dos funcionários da empresa não conheciam a biblioteca e se
conhecessem talvez não tivessem interesse nela, mas para mim era um
privilégio poder pegar livros na biblioteca secreta.
40 anos - A aula de leitura
Com meus 40 anos de idade eu ministrava
aulas em uma escola, e admito de peito erguido que amo ser professor,
não a nada melhor nesse mundo, A aula foi um sucesso, estávamos
estudando e comentando sobre o livro de aventura o Hobbit, o livro
que escolhi para os alunos lerem aquele semestre, e para minha
alegria, descobri que os alunos desfrutaram de uma ótima leitura,
nos debates sobre o livro isso foi bem perceptível, mas o que mais
me instigou foi alguns alunos que nem se interessavam por leituras,
achavam àquilo chato, que começaram a se despertar para a leitura,
senti como objetivo concluído, incentivar os alunos a gostarem de
ler.
70 anos – O dia com os Netos
Um dia quando eu tinha 70 anos minha
filha precisava fazer uma prova e resolver alguns problemas, deixou
seus filhos comigo, meus netos. Foi um dia maravilhoso nunca vou me
esquecer, pois nesse dia fizemos panquecas juntos, comemos e tomamos
junto com chocolate, fizemos várias brincadeiras, com cartas e até
de adivinhações, houve muito momentos de risadas e diversão, e
para finalizar contei histórias para meus netos, histórias da minha
vida, histórias que li, e também li para eles um livro que gosto
muito, não a nada melhor do que ter um dia com os netos.
Douglas Oliveira da Silva
5/10/2015
Lembranças
boas
Imagino que todos nós
temos “lembranças boas”... e comigo não foi diferente, tive
várias. Porém, o que me causou mais emoção, foi a chegada dos
meus dois filhos: Maria Aparecida e Carlos Antônio (com uma
diferença de um ano e meio para o outro), considerando assim a maior
benção de Deus, porque eles trouxeram e ainda trazem muita alegria,
prolongando assim a vida e o nome da família.
É por meio deles que a
minha história continua e complemento com o Salmo 127: “Os filhos
são um presente do Senhor; eles são uma verdadeira benção”.
Agradeço muito pelos
meus filhos; e mesmo nos momentos de tristeza, impaciência,
solidão... não perdi a capacidade de amá-los sem limites e jamais
perdi a vocação para qual fui chamada a viver e testemunhar dentro
do meu lar e da sociedade.
Considero como uma das
realidades mais belas da vida humana, chave para todos os progressos
pessoais, que é readquirir a beleza da família como centro do
coração e início de toda transformação.
Mariam Souza do
Nascimento
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Minha lembrança começa comigo, minha mãe e minha irmã. Estávamos num campinho de futebol.
Minha mãe estava ajudando a fazer mandioca frita e estava cheio de pessoas, crianças e adultos esperando a mandioca ser feita. Foi quando chegou um helicóptero grande e me pegou e todas as crianças. Fomos pro estádio do Corinthians e jogamos muito. Depois ganhamos uma camisa do Corinthians nova com autógrafo do Dentinho e do Ronaldo e de muitos outros. Comemos lanche, mas eu achei legal foi ganhar uma camisa do Corinthians, um autógrafo dos jogadores do Corinthians e andado de helicóptero.
Renan Alves da Silva
domingo, 4 de outubro de 2015
sarau sexta à noite na padre anchieta com quilombaque
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| Marcos Gomes, A.O. de literatura, lê poema |
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| Quilombaque abrindo o sarau |
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| Biblioteca luminosa! |
Faz algum tempo, mas só agora conseguimos postar as fotos do Sarau na Biblioteca Padre José Anchieta, com a presença do Quilombaque, dentro da ação Bibliotecas na Rua. Teve lançamento de livros, batucada e muita poesia no microfone (o artista orientador da Biblioteca Érico Veríssimo, Marcos Gomes, e a artista orientadora da Biblioteca Nuto Sant'Anna, Carla Kinzo - que começava um trabalho ali, naquela biblioteca engajada! - leram poemas de seus vocacionados). As fotos ficaram escuras, mas a noite foi muito luminosa.
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