segunda-feira, 23 de novembro de 2015



Entrevista com o Sr. Pato

O jornalista novato, que começará sua carreira como estagiário, decidiu fazer uma entrevista com o Sr. Pato para obter mais experiências.

Logo iniciou suas perguntas:

-Sr. Pato, qual o seu nome?
-Quarlos Quaquim Quaquoso.

-Quantos anos o Sr. tem?
-Qua-Quatorze anos.

-Onde você mora?
-Em Quarapicuiba.

-O que gosta fazer?
-Qua-Quaminhar.

-O que o Sr. gosta de ler?
-Qua-Quadrinhos.

-Gosta de esportes, qual?
-Qua-QuamisBol.

-O que gosta de comer?
-Que-Queijo Quoalho.

-Tem amigos? Quantos?
-Qua-Quatro, Quaquado, Quaquem, Quaquinto e Quaquoso.

-Você se considera um animal feliz?
-Quase.

-Por que quase?
-Porque querem me Quatar para Quomer!

Douglas Oliveira

segunda-feira, 16 de novembro de 2015


Infância e juventude sadias e solidárias

Brincar, Brincar e Brincar!
Era uma vez das principais atividades do meu cotidiano.
Tive uma infância e juventude bem divertidas e saudáveis.
Lembro-me de uma passagem da minha juventude numa cidade do interior que estudava num colégio onde tinha muitas atividade em grupo, como: brincadeiras, danças, jogos e entre esses, o meu preferido era jogar ping-pong (tênis de mesa).
Participava de campeonatos e o nosso grupo se destacava com paixão dedicação e interesse...
Chegamos a ganhar medalhas pelo nosso desempenho e vibrávamos?
Quando encerrávamos a partida íamos direto para a cantina do colégio! Era divertido...
Dependendo do resultado, o nosso lanche ficava por conta do dono da cantina, como “prêmio” pelo nosso sucesso! Vivíamos num ambiente de muito amor, compreensão e afetividade.
Lembro-me agora do que escreveu a grande Ruth Rocha: “...a infância é um tempo muito curto, mas é um período em que se constrói o direito a felicidade”
E Vai mais além completando com a juventude cuja experiência posso dar o meu testemunho .
Realmente, o objetivo central do ser humano é a formação integral da criança para que venham a ser adulto sadios, conscientes, integrados, responsáveis, pela construção de uma sociedade construtiva e solidária.
Se quisermos paz, segurança, o caminho mais seguro é o da educação começando desde o útero da mãe: com o devido respeito a cada ser humano, sem “pular etapas da vida”, porque se pularmos haverá para sempre uma grande falha e consequentemente muito difícil de preenchê-la mais tarde...

Mariam Souza do Nascimento

Instruções para ler um livro

1º Passo

Com o livro em suas mãos, deslize-as sobre a capa e contracapa do livro para sentir sua textura.

2º Passo

Leia todas as informações na capa e contracapa, identifique bem o título e autor, leia a sinopse e levante expectativas relevantes sobre o livro.

3º Passo

Cheire o livro, isso mesmo, cheire sem medo. Sinta seu odor exalar das páginas. Feche os olhos por alguns segundos e pense como essa leitura te fará bem.

4º Passo

Folheie as páginas em seus ouvidos, conecte-se ao livro e sinta sua voz, seu sussurro, seu grito!

5º Passo

Comece a ler as páginas calmamente, abra sua mente para novos horizontes, mergulhe de cabeça na história, use a imaginação, viaje para novos mundos.

Boa leitura!

Douglas Oliveira

Instruções para peidar

Quando sentir que o momento chega, verifique se há alguém por perto. Nunca peide próximo de pessoas desconhecidas, pois você nunca saberá a reação delas. Se peidar perto de crianças, faça sem medo; assuma o peido de peito erguido e termine com uma piada sobre puns. Se peidar perto de amigos, realize o ato com cautela e cuidado, de uma maneira que não produza sons - e quando a fragrância subir, transfira a culpa para o amigo, sem receios. Se estiver em alguma comemoração familiar, solte o pum despreocupadamente, pois a família o peido perdoa normalmente. Se estiver em ambientes fechados com muito movimento, como elevador e metrô, nunca admita o peido mas, se for descoberto, argumente em sua defesa e diga: “peidar é humano, quem nunca peidou?”

Douglas Oliveira

segunda-feira, 9 de novembro de 2015


O ocorrido do velório


O velório do Sr. João tinha uma atmosfera esquisita. Marieta, a esposa do falecido, estava com receio de ir até o caixão. Ela tinha muito medo de mortos e, em seu cantinho, observava as pessoas se aproximando do falecido.
Alguém chegou perto, olhou para o morto e soltou um risinho; Marieta percebeu. Estranhou.
Outro sujeito se aproximou, olhou para o morto e sorriu; Marieta se indignou.
Quando a filha Carina, com o semblante decaído, foi ver o pai, deu algumas gargalhadas, altas o suficiente para chamar a atenção de todos. Marieta repreendeu a filha e, sem notar que estava se aproximando do caixão, disse:
Carina, como ousa dar risadas diante do caixão de teu pai; tenha educação, menina atrevida!
Mas, mãe – disse Carina, se recuperando das risadas – não fiz de propósito. Olha para o caixão!
Marieta espiou. E não conseguiu conter o riso.
Sr. João também estava sorrindo – e tinha um feijão grudado em um de seus dentes.


Douglas Oliveira da Silva

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Notícia bacana do Vocacional Literatura: teremos uma publicação com os textos dos vocacionados no fim do ano! Daqui de Perus, participaremos com um texto do Douglas. Mais notícias em breve...